Por aí e pelo mundo

CURAÇAO – outubro/2013

TAILÂNDIA – janeiro/2014 – 1ª parte

FRANÇA – 1ª parte (Paris, Versailles e a Champagne)

JAMAICA

COLÔMBIA – Bogotá

Nos dias 20 a 22 de novembro de 2013 realizou-se o V Congreso Latinoamericano de Fiscales y Ministérios Públicos Ambientales, em Bogotá, no Hotel Crowne Plaza Tequendama. Como nunca tinha estado em Bogotá, procurei, nas horas vagas, ver um pouco da cidade e de seus locais de atração turística.

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Todos na foto final

Vou começar falando do hotel onde nos hospedamos (os participantes do evento). A primeira coisa que me chamou a atenção foi o fato de um hotel quatro estrelas, com spa, piscina e outras facilidades, com quartos espaçosos de dois ambientes, não possuir ar condicionado, nem ventilador. Fico imaginando que em Bogotá todas as noites devem ser frescas, à falta de outra explicação.

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Um amigo foi acomodado em um quarto que não constava como existente, em nenhum registro. Ficava no terceiro andar, não tinha número na porta e, segundo os seguranças do hotel (são muitos), o andar só abriga salas de eventos. Um mistério a desvendar…

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Próximo ao hotel, cuja região não é particularmente interessante, fica a Plaza de Toros, que atualmente não tem mais touradas – felizmente! -, mas serve de palco a eventos culturais.

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A foto foi tirada em um dia ruim, de chuva forte, da janela do hotel, mas serve para dar uma ideia dos arredores.

Nota-se na cidade sinais de uma grande desigualdade social: carros importados de luxo circulam ao lado de veículos antigos, fora de linha. Prédios decrépitos ou mal cuidados são usuais em quase todos os bairros pelos quais tive a oportunidade de passar.

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Existe a Zona T, uma área cujas ruas são repletas de bares e restaurantes, além de shoppings de luxo, com calçadões e amplo policiamento. O policiamento ostensivo, aliás, é uma coisa que chama a atenção em Bogotá e, mesmo dentro do hotel, era permanente.

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Os prédios do Centro Histórico, em La Candelaria, inclusive a Igreja que lhe dá o nome, estão em mau estado de conservação. As casas que sobraram do período colonial se intercalam com estacionamentos e prédios de arquitetura duvidosa, construídos mais recentemente.

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Segundo o motorista de táxi que nos levou até lá, em 1966, o Governo resolveu preservar o Centro Histórico da sanha dos empreendedores imobiliários, quando muitos dos prédios que o integravam já haviam sido destruídos.

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Duas coisas são imperdíveis: o Museu Botero e o Museu do Ouro.

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Este quadro acima é um auto retrato do pintor.

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Com quem se parece a figura logo acima?

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O Museu Botero surgiu a partir de uma doação de obras de arte pelo artista plástico colombiano Fernando Botero ao governo do seu país. A coleção é composta por 123 obras de autoria do próprio Botero e outras 85 obras de artistas internacionais, entre os quais figuram Picasso, Renoir, Toulouse-Lautrec, Degas, Pissarro, Miró e Dalí.

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O prédio do Museu é ao lado da Casa da Moeda, construída entre 1753 e 1756, considerada a edificação mais representativa das redondezas.

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Quanto ao Museu do Ouro, que em nada se assemelha ao Museu do mesmo nome situado em Lima, no Peru, é, com razão, considerado um dos mais importantes no mundo em sua área.

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Atualmente está instalado em um prédio de arquitetura moderna e abriga trabalhos de arte pré-colombiana. Pertence ao Banco de la República que começou o acervo em 1939, com o propósito de proteger o patrimônio arqueológico do país.

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Está organizado em 4 eixos temáticos: o trabalho dos metais, que descreve as técnicas de mineração e manufatura; a gente e o ouro na Colombia pré-hispânica, que mostra o contexto do uso dos metais na organização política e religiosa; a cosmologia e o simbolismo, que explora o xamanismo, os temas místicos e a simbologia dos metais e a oferenda, relativo às cerimônias de oferenda aos deuses.

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Provavelmente, o Museu do Ouro é a mais importante e a mais agradável surpresa de Bogotá.

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Na tarde livre de sexta-feira, entre 5 brasileiros e 1 espanhol, alugamos uma Van e fomos visitar a Catedral de Sal, no distrito de Zipaquirá, a 50 km da capital.

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Trata-se de uma igreja situada em uma mina de sal desativada, a aproximadamente 180 metros abaixo da terra.  O caminho da Catedral representa o caminho que Cristo fez até o Calvário. Nos lugares em que Jesus caiu, as cruzes estão enterradas até a metade. No final, está a deslumbrante capela construída pelos mineiros. É a Primeira Maravilha da Colômbia, considerada um ícone arquitetônico, turístico e cultural.

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O trajeto até Zipaquirá, embora curto, é extremamente demorado, passando por uma estrada repleta de caminhões. Ainda assim, a Catedral de Sal é imperdível.

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Hasta pronto, Colômbia! Hasta pronto, Bogotá!

 

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